domingo, 21 de junho de 2015

Como cuidar de um Bonsai

Extraído do site cultivando.com.br, esse texto mostra como cuidar de um bonsai.

O que é um bonsai ?

A palavra bonsai é vinda do japonês, e significa "árvore em bandeja". De outra forma, podemos dizer que é uma árvore ou arbusto, com dimensões reduzidas, plantado em um vaso de pequena profundidade.
Basicamente, o bonsai é uma réplica artística de uma árvore natural em miniatura, representando a arte viva da união de arte, agrotécnicas e tempo.
Bonsais no Japão
Bonsais em jardim

Como cuidar de um Bonsai ?

A maioria dos Bonsais morrem por grandes descuidos.
Após adquirir, algumas pessoas deixam seu bonsai no meio da sala, ao lado do computador, como um mero objeto de decoração. É inevitável: Esses observam as folhas caírem e a planta definhar. 

Os três pontos principais no cuidado com os bonsais são: Água, luz, e nutrição. Esses três pontos caminham juntos, e garantem um bonsai saudável e com bom desenvolvimento.
Como regar seu Bonsai?
O número de regas varia de acordo com o clima da época. Em dias normais, uma rega a cada 1 ou 2 dias é o suficiente, devendo-se fazer preferencialmente no início da manhã ou no fim da tarde. Em dias quentes e secos, podemos precisar de até 2 regas no mesmo dia.
Evite regas em excesso, só regue as plantas quando o solo estiver quase seco. Teste o solo colocando o dedo, tentando mantê-lo sempre úmido, mas nunca encharcado, ou empapado. 
Mais Bonsais morrem pelo excesso do que pela falta d'água. Regas excessivas matam as raízes por falta de ar e causam apodrecimento.

Não regue através dos pratos de plantas, pois eles podem gerar encharcamento excessivo da terra do vaso, o que prejudica muito a planta. As folhas podem ser molhadas normalmente durante as regas sem qualquer problema, exceto quando há a presença de doenças. Nesse caso, devemos evitar o molhamento das folhas.

Paleobotânica

Paleobotânica é um ramo da biologia dentro da paleontologia que estuda os vegetais fósseis, também denominados fitofósseis (do grego fito = plantas; latim fossillis = extraído da terra), ou seja, os restos mineralizados de plantas que existiram há muitos milhares e milhões de anos, na vida da Terra.
A Paleobotânica como ciência teve início com Adolphe Brongniart (1801-1876), pioneiro nos estudos de morfologia e fisiologia das plantas fósseis. Considerado o pai da Paleobotânica, Brongniart era botânico, taxonomista e anatomista vegetal e geólogo. Francês, nascido em Paris, evidenciou-se o fundador da Paleobotânica estudando a anatomia comparada de vegetais viventes e fósseis.
Adolphe Brongniart 1801-1876
Adolphe Brogniart
Classificar plantas fósseis é uma tarefa difícil, devido a natureza fragmentária dos restos vegetais. Muitos espécimes fósseis são compostos apenas por folhas, esporos, sementes ou ramos fossilizados, ou seja, representam apenas partes dos vegetais de que derivaram.
Eocene fossil flower, Clare Family Florissant Fossil Quarry, Florissant, Colorado, USA - 20100807
Flor Fóssil
A solução adotada pelos paleobotânicos foi a de nomear cada fragmento fossilizado de eu vegetal como se fosse um organismo completo, recebendo um nome genérico e um específico, seguindo a nomenclatura binomial de Lineu. Esta nomenclatura dá origem aos denominados órgãos-gêneros, que podem ser atribuídos a uma família específica, ou seja, apresentam maior especificidade, e morfo-gêneros, que só podem ser assinalados a níveis taxonômicos superiores (ordem, divisão). Esta forma de identificação, denominada parataxonomia, é muito útil na Paleobotânica devido ao desconhecimento das relações de parentesco entre as distintas partes ou órgãos vegetais. Quando o espécime é encontrado completo, recebe então a designação específica correspondente à literatura internacional de classificação.

Plantas aquáticas x Plantas terrestres

As plantas, assim como todos os outros seres, desenvolveram-se primeiramente na água, e só muito depois conquistaram a terra. Existem diversas diferenças entre as plantas aquáticas e as plantas terrestres, tanto em estrutura quanto em suas funcionalidades. Veja aqui algumas das diferenças mais importantes entre esses dois tipos de planta.
Planta aquática
Diferenças entre as plantas aquáticas e terrestres

  • A presença de caule visível – As plantas aquáticas não contêm caule tradicional, ainda que exista uma estrutura semelhante, chamados cauloides, caso sejam briófitas. Outras espécies dão preferência a tecidos esponjosos e um afinamento da epiderme.
  • Exposição ao sol – A maior parte das plantas aquáticas necessita de exposição direta e constante ao sol para se desenvolver. Diversas espécies de plantas terrestres desenvolvem-se melhor à sombra.
  • Resistência – As plantas aquáticas são mais flexíveis, e podem resistir ao vento e ao movimento dos animais locais, porém, condições mais extremas como tempestades e a entrada de animais maiores dentro do meio aquático podem facilmente partir suas folhas e/ou raízes, matando a planta.
Planta terrestre

sábado, 20 de junho de 2015

Polinização - Qual a sua utilidade ?

As plantas, assim como os humanos, precisam de elementos de ambos os sexos para procriar. A diferença entre os homens e as plantas é que as flores possuem ambos os órgãos na mesma unidade. 
Esquema da semente
O elemento macho  chama-se antera e produz o pólen e o elemento fêmea que se chama pistilo guarda os ovos. No pistilo se encontra o néctar açucarado que os polinizadores como as abelhas adoram. Precisamos de  morcegos, besouros, pássaros, vespas, mariposas, borboletas, moscas e das nossas queridas abelhas para a reprodução de 90% das culturas que florescem e 1/3 de tudo que plantamos para comer!
Esses indivíduos que polinizam voam de flor em flor, buscando mais néctar, e carregando consigo o pólen. É pra isso que serve a polinização: criar sementes

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Angiospermas - Plantas frutíferas

Nesse post, abordarei as plantas frutíferas, ou angiospermas. De cerca de 350 mil espécies de plantas conhecidas atualmente, 250 mil são angiospermas.
 

Sua estrutura básica é:

- raiz;
- caule;
- folha;
- flor;
- fruto;
- semente.

Suas características, como as flores e os frutos, que as diferenciam dos outros grupos do reino plantae, foram adquiridas evolutivamente.
Sua reprodução "ocorre" através da flor. As principais partes da flor são o androceu (parte masculina) e o gineceu (parte feminina).
Estrutura básica da flor.
Já os frutos, outra característica que diferencia as angiospermas do restante, tem como função proteger as sementes e facilitar a dispersão das mesmas.


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Botânica

A Biologia, assim como quase todas as ciências, se divide em ramos. O ramo da biologia que estuda os vegetais é a botânica. Para ser considerado um ser do reino vegetal (plantae), a espécime precisa, principalmente:

- Ser clorofilada;
- Fotossintetizante;
- Possuir embriões multicelulares envolvidos por material materno;
- Possuir um estágio sexuado em alguma parte de sua reprodução;
- Entre outras.

O alemão Otto Brunfels é considerado o pai da botânica. Publicou em 1530 o primeiro livro sobre botânica, "Herbarium".

Livro "Herbarium", escrito por Otto Brunfels

Em ordem evolutiva, os grandes grupos na botânica são:

Briófitas
Pteridófitas
Gimnospermas
Angiospermas

Abaixo, um cladograma indicando a evolução do reino, para ajudar na visualização. Inclui a principal característica que caracteriza a evolução:
Cladograma

É isso. Introdução básica a botânica.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Apresentação

Na aula das apresentações, o meu grupo ficou com uma parte de fungos.
Utilizamos um mapa conceitual para explicação, e logo após, um vídeo, retirado do canal Nerdologia, sobre o fungo do jogo "The Last of Us", e a possibilidade de um fungo como aquele, que afeta a mente, existir. A oradora do nosso grupo foi a Diandra. Abaixo segue o vídeo:



É sempre uma experiência interessante a apresentação de seminário, justamente por dinamizar um pouco mais a aula, retirando a monotonia, e aquela lenda de que "apenas o professor ensina".

terça-feira, 2 de junho de 2015

Fungos

Os fungos, que pertencem ao reino fungi, estão bem mais presentes em nossa vida do que o imaginado,e tem ao total cerca de 200.000 espécies. É muito comum encontrarmos fungos usados na fermentação de vinho, ou na produção de queijo, por exemplo. Abaixo segue um trecho, retirado do site só biologia, sobre a importância dos fungos.
"Os Fungos e sua Importância EcológicaOs fungos apresentam grande variedade de modos de vida. Podem viver como saprófagos, quando obtêm seus alimentos decompondo organismos mortos; como parasitas, quando se alimentam de substâncias que retiram dos organismos vivos nos quais se instalam, prejudicando-o ou podendo estabelecer associações mutualísticas com outros organismos, em que ambos se beneficiam. Além desses modos mais comuns de vida, existem alguns grupos de fungos considerados predadores que capturam pequenos animais e deles se alimentam.Em todos os casos mencionados, os fungos liberam enzimas digestivas para fora de seus corpos. Essas enzimas atuam imediatamente no meio orgânico no qual eles se instalam, degradando-o à moléculas simples, que são absorvidas pelo fungo como uma solução aquosa."
Na imagem acima, podemos ver fungos apodrecendo um morango.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Bactérias



Na nossa última aula, vimos sobre bactérias. Segue texto traduzido do site HighVeld sobre as bactérias:




       "Uma bactéria é uma célula viva consistindo de um fluido chamado citoplasma fechado por uma membrana celular e da parede celular. Uma bactéria contém DNA no citoplasma sob a forma de um cromossoma. Embora uma bactéria tem apenas um cromossoma pode ter outros elementos de ADN, mais pequenos chamados plasmídeos. O cromossoma de uma bactéria nunca está rodeado por uma membrana nuclear e este facto define uma bactéria como um procariota. Os microrganismos que têm o seu ADN num núcleo rodeado por uma membrana nuclear são chamados eucariotas. A bactéria também tem ribossomas no citoplasma. Os ribossomos estão envolvidos na produção de proteínas. Muitas pessoas confundem uma bactéria e um vírus. Eles são totalmente diferentes em muitos aspectos. Uma bactéria é muito maior do que um vírus. Uma bactéria é muito mais complexa. Uma diferença muito importante é que a bactéria pode ser morto com um antibiótico, enquanto um vírus não pode. Então se você tem uma infecção viral antibióticos não vai ajudar. No entanto, os antibióticos são usados ​​às vezes para evitar que pessoas com uma infecção por vírus de pegar outra infecção (bacteriana). Os vírus e as bactérias são ambos os microorganismos. O estudo de bactérias é chamado de bacteriologia e é um ramo da microbiologia.''

quarta-feira, 25 de março de 2015

Virus - Aids e Ebolla

Na aula do dia 18/03, o assunto foi doenças causadas por vírus. O professor, com nossa ajuda, prencheu uma tabela com as principais doenças causados por vírus.

O meu grupo escolheu duas doenças: Ebola e Aids.

A Aids (Síndrome da imunodeficiência adquirida) é uma DST que também pode ser transmitida através de seringas e outros objetos cortantes. Após ser transmitida, a doença pode levar até 10 anos para revelar os sintomas. A Aids não tem cura, porém alguns remédios servem para diminuir a efetividade do vírus.

A Ebola é um vírus, que foi descoberto em 1976, e acontecem surtos esporádicos desde então. É uma doença grave e muitas fatal, com taxa de mortalidade de 90%. É transmitido pelo contato direto com o sangue, fluídos corporais e tecidos de animais ou pessoas infectadas. Durante um surto, os com maior risco de infecção são os profissionais de saúde. Os sintomas começam com febre, dor de cabeça, garganta inflamada, e vão evoluindo até chegar em hemorragia interna. Uma vez pego ebola, quando a pessoa se cura, ela fica imune ao vírus.


quarta-feira, 18 de março de 2015

Mapa Conceitual e Rinderpest

Na nossa última aula, apresentamos os nossos mapas conceituais que foram feitos a partir de um texto sobre vírus erradicados. Estudamos a Rinderpest, ou Peste Bovina.

Essa doença não afeta seres humanos, porém afeta o gado. Ela foi a segunda doença erradicada pelos homens, após a Variola. 

Os mapas conceituais são uma forma de organizar idéias principais a partir de um texto. Sem dúvida alguma é um recurso muito útil pra ajudar tanto na compreensão de um texto como na aprendizagem. Eu nunca tinha sido apresentado a esse tipo de recurso, e foi bem bacana fazer, a experiência foi boa, ajudou bastante. 


Essa imagem é de um mapa conceitual que resume como criar um mapa conceitual.


quarta-feira, 11 de março de 2015

Virus


                                                            Virus

Na aula do dia 05/03, vimos sobre virus.


Esse vídeo, que é um pouco longo, retrata e explica muito bem o conceito.


https://www.youtube.com/watch?v=55BCWNAVuFw


Vírus


A palavra vírus é originária do latim e significa toxina ou veneno. O vírus é um organismo biológico com grande capacidade de multiplicação, utilizando para isso a estrutura de uma célula hospedeira. É um agente capaz de causar doenças em animais e vegetais. 

Estrutura de um vírus


Ele é formado por um capsídeo de proteínas que envolve o ácido nucléico, que pode ser RNA (ácido ribonucléico) ou DNA (ácido desoxirribonucléico). Em alguns tipos de vírus, esta estrutura é envolvida por uma capa lipídica com diversos tipos de proteínas.

Ciclo Reprodutivo


São quatro as fases do ciclo de vida de um vírus: 

1. Entrada do vírus na célula: ocorre a absorção e fixação do vírus na superfície celular e logo em seguida a penetração através da membrana celular.

2. Eclipse: um tempo depois da penetração, o vírus fica adormecido e não mostra sinais de sua presença ou atividade.

3. Multiplicação: ocorre a replicação do ácido nucléico e as sínteses das proteínas do capsídeo. Os ácidos nucléicos e as proteínas sintetizadas se desenvolvem com rapidez, produzindo novas partículas de vírus.

4. Liberação: as novas partículas de vírus saem para infectar novas células sadi
as. 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Filogenia

                                                 Filogenia
 
A aula do dia 19/02 foi sobre Filogenia. 

A ideia principal dessa ciência é que todos os seres vivos são de alguma forma descendentes. Ou seja, todos os seres vivos compartilham de um passado comum, são ligados de alguma forma por um elo na cadeia evolutiva dos seres vivos.


Esta imagem mostra algo que representaria a "evolução" de todas as espécies, a partir de fungos chegando em humanos.

Na figura acima vemos uma árvore filogenética, que é uma representação gráfica (Semelhante a uma árvore genealógica) da relação evolutiva entre as éspecies que possam ter um passado comum. 


 

Essa imagem mostra a evolução da nossa espécie. É bom notar que o homem não é descendente do chimpanzé, por exemplo, mas ambos tem o mesmo antepassado, o Dryopithecus, em comum. 

Emil Hans Willi Henning, nascido na Alemanha, é considerado o pai da Filogenia. Ele revolucionou a visão que se tinha na época sobre os seres vivos e a ordem evolutiva.
 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Taxonomia

                                                           Taxonomia
 
Na aula do dia 12/02, vimos em sala sobre a Taxonomia, a ciência que classifica os seres vivos.

Essa ciência classifica os seres da seguinte forma:


taxonomia

Como podemos ver nessa pirâmide invertida, a variedade dos seres é maior na parte de cima.

A imagem abaixo demonstra os 5 reinos da biologia:


http://www.colegiovascodagama.pt/ciencias3c/decimo/images/tree.jpg

Também vimos durante a aula as regras de nomenclatura das espécie. Para nomear as espécies, Lineu decidiu utilizar o idioma Latim, que é uma língua morta. Exemplo:

Canis familiaris (Cachorro)
Canis lupus  (Lobo)

Observe que a primeira palavra sempre começa com letra maiúscula e a segunda começa com letra minúscula.